57 discursos do deputado Marcos Pollon sobre armas na Câmara dos Deputados.
Questiona a alegada parceria entre a Polícia Federal e a polícia dos EUA no caso Ramagem, critica o corte de recursos do policiamento de fronteira em Mato Grosso do Sul e pede ao ministro que module e adie a renovação dos CRAFs, apontando colapso do sistema.
Ver na CâmaraParabeniza os policiais legislativos e critica ser preciso legislar mais de 20 anos depois para lhes garantir o porte de arma; cita oficiais de justiça, fiscais agropecuários, advogados e o cidadão comum e defende revisão do Estatuto em nome da legítima defesa.
Ver na CâmaraAfirma que o Estatuto do Desarmamento nunca foi feito para desarmar criminosos, mas para desarmar o cidadão, e rejeita qualquer alteração na norma. Sustenta que legislações desarmamentistas são inconstitucionais diante do referendo de 2005 e do Pacto de São José da Costa Rica.
Ver na CâmaraParabeniza os relatórios dos deputados Coronel Assis e Sanderson e defende a concessão de porte de arma às polícias legislativas, medida que, segundo ele, derruba mais um tijolo da muralha do desarmamento.
Ver na CâmaraAlerta que o Projeto de Lei nº 4.149, de 2004, imporá o desarmamento absoluto e prenderá quem tem arma regular. Critica o Governo Lula por desarmar o cidadão de bem em meio à violência e cita a recusa do Ministério da Justiça a uma excludente de ilicitude.
Ver na CâmaraEncaminha o adiamento da votação do projeto do botão do pânico, que considera resposta frágil à violência contra a mulher, e critica a política de desarmamento do Governo, defendendo que a mulher possa se armar para a legítima defesa.
Ver na CâmaraCritica o PL do botão de pânico em celulares como encenação do Estado, ao lado da ineficácia do 190, das tornozeleiras e das medidas protetivas, e rejeita o PL 4.149/2004, defendendo o direito da mulher de se armar para proteger a família.
Ver na CâmaraPede ao ministro do Esporte a revisão da Portaria Interministerial 30/2025, que vincula atletas a apenas duas confederações internacionais, e alega perseguição a praticantes cumpridores da lei e perda de 150 mil empregos no setor.
Ver na CâmaraCritica a desorganização e a falta de identidade de pautas entre os conservadores, reconhece a coerência e a disciplina da Esquerda e reafirma que o Estatuto do Desarmamento foi feito para desarmar e controlar o cidadão, não o bandido.
Ver na CâmaraAlerta o Plenário sobre a iminente votação do PL 4.149/2004, que, segundo ele, foi feito para prender CACs e donos de armas registradas. Pede que assessorias informem os Deputados e afirma que mais de 1,5 milhão de cidadãos legais seriam prejudicados por um confisco injusto.
Ver na CâmaraAlerta assessorias e parlamentares de PSD, PP, PL, União Brasil, Republicanos, MDB e PSDB de que o Projeto de Lei nº 4.149 não se restringe a calibres proibidos e pode transformar 1,5 milhão de CACs cumpridores da lei em criminosos de alta periculosidade.
Ver na CâmaraCritica o PL 4.149/2004 por erros técnicos ao tratar de calibres proibidos e por penas desproporcionais que punem o cidadão com arma registrada, e cobra que projetos complexos passem pela CCJ antes do Plenário.
Ver na CâmaraCritica o projeto que torna inafiançável o disparo com arma de uso restrito, afirmando ser mecanismo de confisco dos CACs e mentira do Governo Lula. Rebate o relator Max Lemos e defende a vigência do princípio penal da consunção.
Ver na CâmaraApoia o crédito extraordinário de R$ 383 milhões para atender calamidades e sustenta que, no Estatuto do Desarmamento, posse e porte são crime meio, absorvidos pelo crime fim por força da consunção, princípio supralegal já pacificado no STF e no STJ.
Ver na CâmaraDenuncia colegas eleitos sob a bandeira armamentista que, nos corredores, articulam com o Ministério da Justiça a aprovação de projeto desarmamentista; credita a Arthur Lira ter barrado o confisco de armas e diz que sofre ameaças por resistir.
Ver na CâmaraCritica o desarmamento da população e cita assassinatos recentes para afirmar que o Estado não protege o cidadão. Diz que o Estatuto do Desarmamento é ineficaz, protege criminosos e garante monopólio de fabricantes, e defende o direito à legítima defesa armada.
Ver na CâmaraCritica o Ministro da Justiça por não cumprir o acordo firmado com Câmara e Senado sobre clubes de tiro e limitação territorial, e cobra estudos técnicos que embasem o decreto que atinge CACs, lojas e empregos do setor.
Ver na CâmaraCritica exposição instalada no Anexo II em homenagem à Coluna Prestes, que classifica como bando de criminosos, e denuncia a falta de critérios da Casa, que já permitiu mostra sobre maconha e barra pautas de liberdade religiosa e legítima defesa. Pede moção de repúdio.
Ver na CâmaraDiscorda do parecer que barrou a convocação e acusa Paulo Pimenta de usar Polícia Federal e Ministério da Justiça para perseguir adversários políticos; anuncia notícias-crime por abuso de autoridade e pede cópia dos pareceres para recorrer.
Ver na CâmaraParabeniza o presidente da comissão pela articulação junto ao Ministério da Defesa que amenizou a situação dos policiais, ainda que considere o resultado longe do ideal, e sugere convocar reunião extraordinária para dar mais produtividade aos trabalhos.
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