75 discursos do deputado Marcos Pollon sobre liberdade, religião e anistia na Câmara dos Deputados.
Critica a demora na tramitação do registro de um medicamento já usado em outros países, contrastando com a rapidez na aprovação das vacinas de covid, e cobra transparência e acesso à informação para as famílias.
Ver na CâmaraCritica a decisão do STF de manter um desembargador no governo interino do Rio de Janeiro, em desacordo com a linha sucessória constitucional, repudia ataques ao Deputado Douglas Ruas e alerta que o precedente ameaça a democracia em todos os Estados.
Ver na CâmaraRequer ao Conselho de Ética a realização de perícia para atestar a integridade e a veracidade do material digital usado na representação, citando STF e STJ, e sustenta que a alegação de cerceamento de defesa pode ser arguida a qualquer tempo.
Ver na CâmaraExplica que sua fala se dividiu em três direcionamentos — o abuso de poder do Judiciário, a falta de pautas pelo presidente da Câmara e uma manobra partidária em seu estado — e pede a exibição do vídeo para esclarecer o contexto.
Ver na CâmaraEm sua defesa no Conselho de Ética, segmenta o vídeo de seu discurso para sustentar que criticava decisões que reputa ilegais e abusivas, a omissão em pautar a anistia e a postura da direita, e não o caso em julgamento.
Ver na CâmaraConsidera desarrazoada a suspensão de três meses proposta no relatório, que atingiria seu gabinete e servidores. Relata casos de presos do 8 de Janeiro que assistiu, cobra a votação da anistia e defende mudança no regimento para que maioria qualificada imponha a pauta.
Ver na CâmaraAo se defender no Conselho de Ética, diz que agiu movido pelo sofrimento dos presos do 8 de Janeiro e não se arrepende; afirma que Bolsonaro pediu que as pessoas voltassem para casa e agradece ao relator pela redução da pena, que ainda considera exacerbada.
Ver na CâmaraCritica a indicação de Jorge Messias ao STF, associando-o à Lava-Jato, a parecer que autorizou aborto e a pedidos de prisão pelo 8 de Janeiro, que classifica como ilegais. Acusa o Senado de omissão e defende sua renovação para restaurar a normalidade institucional.
Ver na CâmaraPede o aproveitamento das provas já produzidas em outro processo em sua defesa e afirma que sua manifestação teve motivo justo: anos acompanhando condenações severas e casos de tortura de presos do 8 de Janeiro, como Débora do Batom.
Ver na CâmaraEm arguição no Conselho de Ética, aponta que a anistia não foi pautada no primeiro semestre e que, no recesso, as famílias cobraram muito o tema, concluindo que quem tinha mais proximidade e dava suporte a elas sofreu pressão maior.
Ver na CâmaraAo inquirir testemunha, busca demonstrar que a cobrança das famílias pela pauta da anistia foi constante, inclusive durante o recesso, e que quem dava suporte e convivia mais de perto com elas sofreu pressão muito maior.
Ver na CâmaraEm arguição no Conselho de Ética, trata da pressão em torno da pauta da anistia e afirma que houve pedidos reiterados nas reuniões de líderes para que o tema fosse pautado, inclusive com obstruções feitas por consenso partidário.
Ver na CâmaraRelata que ouviu cobranças e agressões verbais muito mais duras de familiares que clamam por anistia há mais de dois anos do que as expressões atribuídas a ele, e rebate a ideia de que o deputado federal "pode tudo".
Ver na CâmaraCobra que a anistia seja efetivamente pautada, afirmando que até hoje isso não ocorreu e que apenas o projeto de dosimetria foi levado à pauta. Diz ainda que, em sua visão, não cabe à Câmara tratar da dosimetria.
Ver na CâmaraAo inquirir testemunha no Conselho de Ética, afirma que a Câmara autorizou a prisão de um deputado por um vídeo no YouTube e que hoje parlamentares de todos os lados temem falar; diz que jamais faltou com respeito a alguém na Casa.
Ver na CâmaraQuestiona testemunha sobre episódios em que deputados de esquerda chamaram colegas de genocidas e agrediram fisicamente parlamentares sem sofrer punição, e cobra explicação para representações arquivadas no Conselho de Ética.
Ver na CâmaraDenuncia que só processos contra a oposição chegam ao Conselho de Ética, enquanto casos graves de corrupção e assédio não avançam. Diz ter sido "jogado aos leões", defende a prerrogativa parlamentar de falar e pede o arquivamento imediato do processo contra si.
Ver na CâmaraPede respeitosamente que aliados não comparem o transporte degradante de presos do 8 de Janeiro aos vagões e campos nazistas. Afirma que há ditadura, tortura e inocentes assassinados, mas que termos como Holocausto e Holodomor jamais podem ser banalizados.
Ver na CâmaraCritica a Representação nº 2, de 2025, contra a Deputada Carla Zambelli, afirmando que ela é vítima de perseguição e de processo secreto, e que cassar a mais votada de São Paulo é retirar poderes da Câmara. Elogia a coragem do relator Diego Garcia.
Ver na CâmaraDiz que a anistia, e não a dosimetria, é o remédio para os presos do 8 de Janeiro, mas afirma votar conforme determinação de Bolsonaro e o interesse de quem representa. Denuncia abusos e torturas nas 'masmorras do STF' e diz preservar a união da Direita.
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