33 discursos do deputado Marcos Pollon sobre combate ao crime organizado e segurança pública na Câmara dos Deputados.
Acusa Lula de perseguir e desconfiar das polícias, afirmando que ele usa o mandato para proteger organizações criminosas e tratar o povo pobre como bandido, enquanto teria portado arma no passado e nega o direito à defesa ao brasileiro.
Ver na CâmaraElogia o relatório que estende o respaldo jurídico a todos os operadores de segurança e critica que policiais façam vaquinha para pagar advogado enquanto Alexandre de Moraes usa a AGU. Pede votação urgente do tema na semana da segurança pública.
Ver na CâmaraCritica o PL 5.582/25, enviado por Lewandowski, por criar a figura do crime organizado privilegiado e esvaziar prisões; elogia a relatoria de Derrite, defende equiparar facções a organizações terroristas e repudia pressões da Faria Lima e ameaça do STF.
Ver na CâmaraRegistra os 38 anos do Departamento de Operações de Fronteira do Mato Grosso do Sul e homenageia o Coronel Adib pela segurança na fronteira com o Paraguai. Agradece a Sóstenes Cavalcante e a colegas pela articulação e obstrução contra propostas de desarmamento.
Ver na CâmaraConclama os colegas a votar contra o PL 4.149, que classifica como desarmamentista, e alerta que leis feitas às pressas contra o crime organizado punem o cidadão cumpridor da lei. Critica a tentativa de centralizar o poder de polícia por decreto.
Ver na CâmaraDiverge do PL 3.821/24, que tipifica manipulação de imagens por IA, por rejeitar novos crimes formais e considerar o Estado ineficiente. Denuncia perseguição a jornalistas, influenciadores, uma juíza e parlamentares de direita, e a quebra da inviolabilidade parlamentar.
Ver na CâmaraDefende o Secretário de Segurança de São Paulo, Guilherme Derrite, afirmando que as críticas são proselitismo político. Alega que a letalidade policial é maior na Bahia, governada pelo PT, e diz que os ataques visam enfraquecer a gestão de Tarcísio.
Ver na CâmaraAfirma que críticas à Polícia Militar, ao Governador Tarcísio de Freitas e ao Secretário Guilherme Derrite são políticas, pois São Paulo tem homicídios abaixo do parâmetro da ONU. Acusa o PT de ser organização criminosa e de não formar lideranças.
Ver na CâmaraDenuncia que o STF decide "porque sim" e rasga prerrogativas parlamentares, aponta vícios no processo eleitoral, rejeita a ideia de boicote às eleições e propõe articulação gabinete a gabinete por um projeto de contagem pública dos votos.
Ver na CâmaraLevanta questão de ordem com base no art. 57 do Regimento contra o indeferimento, por falta de pertinência temática, de requerimentos de convocação de ministros; denuncia uso da Polícia Federal como instrumento de perseguição política e anuncia recursos.
Ver na CâmaraCritica o STF por legislar sobre descriminalização do porte de drogas, tema que diz já legislado pela Câmara, e ataca o ativismo pró-liberação, afirmando que tratar o usuário apenas como questão de saúde pública não resolveu.
Ver na CâmaraCritica portaria do Exército que limita o acesso a armas de fogo por policiais militares, bombeiros e GSI, e alerta que a mentalidade desarmamentista, após atingir o cidadão, agora ameaça as próprias forças de segurança.
Ver na CâmaraAfirma que nenhum crime em Santa Catarina foi cometido com arma registrada e que o governo Bolsonaro uniu recorde de aquisição legal de armas com queda de homicídios. Critica a esquerda que, segundo ele, recorre a agressões e narrativas falsas.
Ver na CâmaraSustenta que a Polícia Civil já autorizava armas sob a mesma Constituição e que a lei de 2003 pode ser alterada por outra lei, permitindo aos estados tratar das peculiaridades de cada unidade da Federação.
Ver na CâmaraNega que o ministro da Justiça tenha sido retido pelo FBI e denuncia como abordagem ilegal e abuso de autoridade o interrogatório de três horas a que um jornalista europeu foi submetido no Brasil. Afirma que o Governo ataca a liberdade de expressão e o acesso a armas.
Ver na CâmaraDefende projeto que permite aos estados legislar sobre armas conforme suas realidades, sem alterar critérios de aquisição. Cita estudo do Rio de Janeiro em que apenas 52 de 60.358 armas apreendidas tinham origem legal e critica o lobby desarmamentista.
Ver na CâmaraEncaminha a favor da urgência do PL 895/2023, que impõe sanções e restringe benefícios federais a invasores de propriedades. Chama o MST, a Via Campesina e a LCP de criminosos e terroristas e condena o chamado Abril Vermelho.
Ver na CâmaraDefende requerimento de moção de aplausos às Polícias Militar e Civil de Mato Grosso do Sul pela operação que neutralizou traficantes e latrocidas em Costa Rica, e critica o garantismo penal e a criminalização das polícias pela imprensa.
Ver na CâmaraDiz que o PT, ao completar 44 anos, é uma organização criminosa responsável pelo maior escândalo de corrupção do país, e afirma que o partido tenta regular e censurar redes sociais porque a informação livre impede que as pessoas sejam enganadas.
Ver na CâmaraOrienta o voto "não" da Minoria ao PL 3.874/2023 e afirma apoiar a proteção da mulher, mas critica que uma simples acusação em inquérito gere a perda do direito de adquirir arma; propõe consenso retirando essa fase do texto.
Ver na Câmara