57 discursos do deputado Marcos Pollon sobre armas na Câmara dos Deputados.
Denuncia o decreto de regulamentação de armas como inconstitucional e vingativo contra o tiro esportivo, apontando mais de 20 pontos que violam o pacto federativo e restringem porte de policiais penais e legislativos. Protesta contra o fim das escolas cívico-militares.
Ver na CâmaraCobra do Governo a regulamentação do tiro esportivo, parado desde janeiro, e rejeita confisco de equipamentos, fechamento de lojas e clubes, anulação de negócios feitos até 31 de dezembro e restrição de calibres, que chama de medidas ideológicas.
Ver na CâmaraCritica a paralisação ideológica de lojas e clubes de tiro desde janeiro, que fecha empresas e destrói empregos, e nega que armas legais abasteçam o crime. Cobra prazo maior de recadastramento e a retomada do setor.
Ver na CâmaraContesta a afirmação do ministro de que CACs abastecem o crime organizado, citando números oficiais, e cobra a retomada urgente da atividade do segmento, paralisada desde janeiro pelo decreto, com desemprego e empresas fechando.
Ver na CâmaraComo relator, vota pela aprovação do PDL 3/2023, que susta o decreto que restringe registros e aquisição de armas por CACs e clubes de tiro, alegando prejuízo ao setor, perseguição a caçadores e prazo inviável de recadastramento.
Ver na CâmaraDiz convergir com o Ministro Flávio Dino na defesa do controle responsável de armas, nega vínculo entre armas legais e aumento de homicídios e cobra prazo razoável e campanha de conscientização para o recadastramento de acervos.
Ver na CâmaraPede a inclusão na pauta do PDL que susta o decreto sobre armas, alegando prazo de tramitação e urgência em responder ao setor e às pessoas prejudicadas, ainda que reconheça o diálogo aberto com o ministro sobre recadastramento.
Ver na CâmaraDenuncia a paralisação da expedição de Certificados de Registro desde janeiro, que estaria levando donos de clubes de tiro e lojas à falência e ao desespero, e retira seu requerimento para preservar o diálogo, cobrando resposta urgente do Governo.
Ver na CâmaraComo um dos requerentes da convocação do ministro, pede que a Comissão aguarde as respostas prometidas para 28 de março, sobretudo as relativas ao decreto de janeiro que alterou regras de armas, antes de fechar acordo de encaminhamento.
Ver na CâmaraDenuncia que o site do recadastramento não abre e que milhares podem cair na ilegalidade se não houver prorrogação; cobra que a autoridade responsável seja ouvida antes do dia 30 e lembra o acordo de três convites e uma convocação firmado na comissão.
Ver na CâmaraDenuncia que o prazo exíguo do recadastramento de armas jogará na ilegalidade quase 1 milhão de atiradores, afirma que os sistemas do SISGCorp e da PF não funcionam e apresenta projeto de lei para dilatar o prazo por 180 dias.
Ver na CâmaraNa instalação da comissão, critica o ataque do governo ao agronegócio, ao tiro esportivo e ao acesso a armas por cidadãos sem antecedentes, alerta para o risco de novos acordos com o crime organizado e propõe convocar o Ministro da Justiça para esclarecimentos.
Ver na CâmaraDefende requerimento de urgência contra a portaria de recadastramento de CACs, alegando que o sistema não suporta mais de um milhão de armas em 60 dias e que o deslocamento com armamento põe em risco a segurança pública.
Ver na CâmaraRepudia os ataques ao Deputado Nikolas Ferreira e denuncia a prisão de mulheres idosas acusadas de atos no Distrito Federal, mantidas em condições degradantes e ao arrepio da lei, enquanto criminosos graves são soltos em 24 horas.
Ver na CâmaraAcusa o Ministro Flávio Dino de revanchismo ideológico contra o tiro esportivo e de levar clubes e lojas à falência, e pede assinaturas nos pedidos de urgência dos PDLs de Sanderson e Lupion para sustar o decreto e o recadastramento.
Ver na CâmaraCobra que Lula reexamine os decretos que extinguem escolas cívico-militares e restringem armas, chamando-os de projeto de vingança sem base técnica. Aponta desemprego em blindadoras e clubes de tiro e atletas sem munição.
Ver na CâmaraProtesta contra a Portaria nº 299/2023 do Ministério da Justiça, que exige novo cadastro de armas no SINARM sob pena de confisco, e critica o decreto de janeiro que, segundo ele, quebra clubes e lojas de tiro e gera desemprego.
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