75 discursos do deputado Marcos Pollon sobre liberdade, religião e anistia na Câmara dos Deputados.
Rebate publicação segundo a qual o STF decide o que o Parlamento não teria coragem de assumir, citando o Código Civil, o Código Penal e o Pacto de San José da Costa Rica para afirmar que não existe omissão legislativa sobre o aborto. Orienta obstrução.
Ver na CâmaraCritica declaração do Ministro Fux de que o STF decide o que o Parlamento não tem coragem de assumir, afirma que a proteção do nascituro já está no Código Civil, no Código Penal e em norma supralegal, e orienta obstrução.
Ver na CâmaraDenuncia que ministros do STF usurpam a competência legislativa da Câmara ao reinterpretar o Estatuto do Desarmamento e julgar drogas e aborto. Nega inépcia do Parlamento e afirma que o silêncio da Casa é manifestação de vontade legislativa.
Ver na CâmaraConvoca a população a assistir ao filme Som da Liberdade, que denuncia o tráfico de crianças para exploração sexual e venda de órgãos. Diz que o Brasil é o 2º em desaparecimentos infantis e defende penas de até 50 anos de cárcere.
Ver na CâmaraDefende o devido processo legal — ampla defesa, contraditório e juiz natural — como freio ao poder do Estado. Denuncia seu desrespeito reiterado no Brasil e critica o STF por decidir o que é constitucional sem amparo jurídico.
Ver na CâmaraDenuncia invasão de competência do Judiciário sobre o Legislativo e afirma que no Brasil quem diz a verdade e denuncia crimes é preso. Cita mais de mil pessoas encarceradas sem contraditório, ampla defesa ou individualização de conduta.
Ver na CâmaraRepudia declaração do Presidente Lula que classifica como covardes os cidadãos armados e praticantes de tiro esportivo, e associa o petismo à violência de regimes de esquerda, à proximidade com Ortega e Maduro e a um projeto autoritário no Brasil.
Ver na CâmaraCritica a declaração do Presidente Lula de que democracia é um conceito relativo, apontando aproximação com ditaduras que fazem eleições de fachada. Diz que o Governo relativiza ciência, família e moral e que foi derrotado de forma absoluta no Parlamento.
Ver na CâmaraCritica a proposta em discussão na Câmara que, segundo ele, restringe a liberdade de expressão garantida no art. 5º da Constituição, fala em "Ministério da Verdade" e alerta que o País caminha a passos largos para um regime de exceção.
Ver na CâmaraDenuncia que as prisões decorrentes dos atos de 8 de janeiro vilipendiaram dezenas de princípios constitucionais, como ampla defesa, presunção de inocência e juiz natural, e critica o silêncio de quem se diz garantista.
Ver na CâmaraRepudia os ataques ao Deputado Nikolas Ferreira e denuncia a prisão de mulheres idosas acusadas de atos no Distrito Federal, mantidas em condições degradantes e ao arrepio da lei, enquanto criminosos graves são soltos em 24 horas.
Ver na CâmaraDenuncia que uma mulher presa em Brasília por atos de vandalismo sofreu agressões no presídio, com fraturas, e anuncia visita ao presídio da Colmeia. Sustenta que o STF não tem competência para julgar crime de menor potencial ofensivo e critica a quebra do devido processo legal.
Ver na CâmaraAcusa parlamentares da Esquerda de explorar o sofrimento do povo ianomâmi para obter vantagem política, rejeita chamar Jair Bolsonaro de genocida e manifesta solidariedade à Deputada Silvia Waiãpi.
Ver na CâmaraDenuncia prisões de inocentes após os atos de 8 de janeiro como ameaça ao Estado Democrático de Direito e ao devido processo legal, e contrasta com a impunidade do MST, que invadiu a Prefeitura de Santa Cruz de Cabrália (BA) fazendo reféns.
Ver na CâmaraDefende a criação de uma CPMI para apurar quem eram os infiltrados nos atos de 8 de janeiro e as omissões do Governo Federal e da Força Nacional. Critica o sigilo imposto às imagens e diz que a esquerda se beneficiou politicamente da violência.
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