33 discursos do deputado Marcos Pollon sobre combate ao crime organizado e segurança pública na Câmara dos Deputados.
Defende as prerrogativas parlamentares, o devido processo legal e o Estado Democrático de Direito, e afirma que o ato de 25 de fevereiro na Paulista, espontâneo e sem uso de máquina pública, levou a Esquerda a reavaliar sua estratégia até as eleições municipais.
Ver na CâmaraAfirma que Mato Grosso do Sul e Campo Grande terão candidatos do PL nas majoritárias, salvo ordem direta de Bolsonaro, a quem diz ser leal. Repudia vereador da capital que citou seu nome atribuindo-lhe apoio sem consultá-lo.
Ver na CâmaraEnumera crimes atribuídos ao "Partido dos Trabalhadores" — aniquilação de pessoas, roubo de patrimônio e destruição de empregos — e revela ao final referir-se ao partido nazista alemão, associando-o ao PT brasileiro e ao Holocausto.
Ver na CâmaraDenuncia as atrocidades cometidas pelo Hamas contra bebês, crianças e mulheres israelenses e acusa o PT de defender os terroristas. Compara a crueldade ao Holocausto e ataca o líder petista por equiparar Israel ao nazismo e por dizer que admirava Hitler.
Ver na CâmaraDefende o PL 8.035/2014, que exige certidão negativa de antecedentes criminais de profissionais que atuam com crianças. Critica a comparação feita por Lula entre Israel e o Holocausto e o uso da pecha de nazista no debate político.
Ver na CâmaraDefende a convocação do ministro da Justiça para explicar licitação que pagou 19 mil dólares por equipamento avaliado em até 2 mil, após recusa em responder pedido de informações, e rebate proposta de nota de repúdio genérica à violência.
Ver na CâmaraAcusa o Governo Lula de perseguir por vingança o garimpo legal, o agronegócio e os clubes de tiro, enquanto o crime avança e há cortes na saúde, educação e segurança pública. Diz que o Governo é a personificação do ódio.
Ver na CâmaraDenuncia o corte de cerca de R$ 708 milhões no orçamento da segurança pública e do combate ao crime organizado, afirmando que é forma de desmantelar a segurança. Defende tolerância zero, como na teoria das janelas quebradas, e cita ataques à Polícia Rodoviária Federal.
Ver na CâmaraRebate o Ministro Flávio Dino por chamar políticos de Direita de monstros, opondo a eles os regimes comunistas genocidas. Acusa o Ministro de inércia contra o crime organizado e de negar informações sobre licitação de fuzis para as polícias.
Ver na CâmaraAnuncia projeto que destina 30% do Fundo Nacional de Segurança Pública aos estados de fronteira, elogia o DOF de Mato Grosso do Sul e cobra do governo federal ações contra o tráfico em vez de desarmar o cidadão que respeita a lei.
Ver na CâmaraContesta a associação entre armas lícitas e mortes de crianças, cita a queda de crimes rurais em Goiás atribuída ao acesso a armas e orienta pela aprovação do PDL que derruba as restrições do governo.
Ver na CâmaraDenuncia ao ministro dos Direitos Humanos as prisões em massa após o 8 de janeiro, audiências de custódia tardias, decisões prontas e cerceamento à advocacia; pede atuação enérgica e cobra postura de Ministro de Estado, inclusive contra regimes como o da Nicarágua.
Ver na CâmaraDenuncia 19 ataques e assaltos a propriedades rurais em Mato Grosso do Sul neste ano, com furto de armas, e anuncia conversa com o Secretário de Segurança. Afirma que desarmar o homem do campo, longe da polícia, é condená-lo à morte.
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